17 julho 2007

Quase-anárquico

Um movimento bem interessante vem acontecendo na Grande Vitória, especificamente, e tem suscitado a opinião das pessoas, que não têm onde emití-la em um devido lugar. O pulo da roleta. É uma atitude de usuários do sistema coletivo que não pagam as passagens, de um e setenta e um e oitenta e cinco, dependendo se for municipal ou sistema transcol.
Diga-se de passagem é um sistema eficiente e com uma das passagens mais caras entre as capitais brasileiras.
Os principais horários de ocorrência são após as dez da noite. Até as quatro da manhã pessoas que frequentam bares e baladas voltam pra casa de ônibus e praticamente certo é, um acordo com o trocador. O pessoal aí pula a roleta, combinado ou não com o trocador. Quando não é assim, o responsável pelo troco acorda com o usuário para saltar pela frente com o consentimento do motorista.
A passagem cai pela metade, ou sai por um real, deixa-se o vale e recebe-se cinqüenta centavos de troco. Será que a saída seria o passe livre nesse horário?
Então a pergunta é: Será que a saída seria o passe livre nesse horário? Você concorda ou não com esse tipo de prática que envolve uma situação delicada de desobediência civil, as vezes álcool e até a polícia, quando o(a) trocador(a) solicita ao motorista que ache uma viatura na madrugada para a interferência dos policiais? Dê sua sincera opinião.

Jornalista&corretor&guerreiro

Jornalista, pesquisador, admirador da Ufes, da Usp, do cinema e da luz, fotográfica, ou não.