29 novembro 2008
ei
você poderá perceber o cinismo entre as duas classes existentes no v.c.v.: os elitizados e abarrotados de nostalgias.
18 novembro 2008
30 setembro 2008
um bom número
Cento e um textos é um bom número, concordam, né.
Pois é, agora, há aproximadamente uma centena e meia de horas do dia cinco, eleição para prefeito e vereadores em todo o país, manifestarei minha opinião - formato para jornal.
Primeiro é meio fácil associar em Vitória, os seus candidatos a zona norte da capital do ES, mesmo que eles não tenham em um passado recente, morado por aqui antes, agora estão.
Quanto ao pleito para vereadores, relação dez candidatos por vaga, exceto a pequena Linhares, que curiosamente tem mais candidatos. Sabe o que isso tudo pode significar? Motivos e possibilidades para surpresas emergirem.
O que seria de uma enxurrada de votos nulos em Vitória - para prefeito, vos digo? Quanto será suficiente para eleger cada vereador na capital? E como e quanto os 'atores'sociais, leia-se nós, nesse caso, estamos de acordo com suas funções: policiais, médicos de hospitais públicos, professores, enfim, como nós estamos nos sentindo envolvidos. Por todos os lados? Ou esta terra não é uma ilha? Daqui não, já estou no planato serrano, cedido gentilmente pela Serra, talvez numa projeção da região metropolitana.
Bons votos, sejam eles assados ou cozidos. É sério, rapeize.
Pois é, agora, há aproximadamente uma centena e meia de horas do dia cinco, eleição para prefeito e vereadores em todo o país, manifestarei minha opinião - formato para jornal.
Primeiro é meio fácil associar em Vitória, os seus candidatos a zona norte da capital do ES, mesmo que eles não tenham em um passado recente, morado por aqui antes, agora estão.
Quanto ao pleito para vereadores, relação dez candidatos por vaga, exceto a pequena Linhares, que curiosamente tem mais candidatos. Sabe o que isso tudo pode significar? Motivos e possibilidades para surpresas emergirem.
O que seria de uma enxurrada de votos nulos em Vitória - para prefeito, vos digo? Quanto será suficiente para eleger cada vereador na capital? E como e quanto os 'atores'sociais, leia-se nós, nesse caso, estamos de acordo com suas funções: policiais, médicos de hospitais públicos, professores, enfim, como nós estamos nos sentindo envolvidos. Por todos os lados? Ou esta terra não é uma ilha? Daqui não, já estou no planato serrano, cedido gentilmente pela Serra, talvez numa projeção da região metropolitana.
Bons votos, sejam eles assados ou cozidos. É sério, rapeize.
29 setembro 2008
22 setembro 2008
semana de filosofia
essa semana rola a semana de filosofia , na Ufes, precisamente no IC-III. Pra quem não sabe, passe em frente a Biblioteca da Ufes, dentro do campus, e com ela ao seu lado esquerdo, siga para os prédios a frente. Passará uma obra, e depois a portaria do curso de física. Siga e interaja com as pessoas: onde fica o ic três?
19 setembro 2008
BOM
, recebo um mail da Secult informando que os organizadores da expo sobre Vitória - anos 20, preferiram cancelar o evento, possivelmente por estar com a pré-produção atrasando, ou algo assim. Fica então a ressalva e a bela foto que me impede de retirar o convite à fazer esse adentro.
Bom Fim de Semanita
Bom Fim de Semanita
18 setembro 2008
como um passo no escuro
Caminhei sobre os ossos das pernas feito perna-de-pau em um circo de lona furada, em dia de céu de estrelas em qualquer sertão daqui. Seriam momentos que esperaria por um súbito sobressalto, algo que soasse como sucesso, algo assim, uma cantada boa, um vento tempos de calor.
Logo, como um passo no escuro seria um momento de devaneio racional, uma loucura premeditada, a qual estamos todos propensos a gastar, se um jogo essa vida fosse.
Logo, como um passo no escuro seria um momento de devaneio racional, uma loucura premeditada, a qual estamos todos propensos a gastar, se um jogo essa vida fosse.
17 setembro 2008
Fica todo mundo com raiva.
Fica todo mundo assim, com cara de raiva er aí a única saída é esconderijo ou raiva. Prefiro raiva em alguns estágios - precisamente os mais tensos. Aqueles, que emergem por exemplo, quando alguém sensato, coloca-se, e fala o que ninguém quer ouvir.
Não que não seja comum, a questão é o enfoque do assunto. Antes do estilo e do poder do argumento, sua letalidade, o que vale é o aprouch.
E a vontade. Essa poderia ficar escondida como um sujeito oculto, um desejo subjetivo, como um dia a natureza ensinou-nos.
Não que não seja comum, a questão é o enfoque do assunto. Antes do estilo e do poder do argumento, sua letalidade, o que vale é o aprouch.
E a vontade. Essa poderia ficar escondida como um sujeito oculto, um desejo subjetivo, como um dia a natureza ensinou-nos.
18 agosto 2008
Para explicar meus óculos e o boné.
Essa ponte...tá pra ficar pronta, é verdade. Em meio a tanta poeira, sua cor cinza e a estrutura de uma mondronga, ela supera todas as outras pontes de Vitória em charme e duração. Eis a 'Cinco Pontes' ou "Florentino Avidos". É por que a famosa veio da Alemanha, semi-montada e com cinco pequenas partes, móbilis em formato de trapézio que encaixados e parafusados: eis a Ponte.
Ela é desejada por todos, até os mais rancorosos e rabujentos querem ela. Motivo?
O vento que entra do lado do mar, principalmente para quem vem de Vila Velha para Vitória, é uma benção, diria minha avó, ou o amigo 'Geléia'. è que para quem pedala de Capuaba ou para quem vem de perto mesmo, ali de Paul - com tanta poeira - agradece o ar litorâneo que preenche as narinas, coisas de Vitória que nem o tempo retira.
Ela é desejada por todos, até os mais rancorosos e rabujentos querem ela. Motivo?
O vento que entra do lado do mar, principalmente para quem vem de Vila Velha para Vitória, é uma benção, diria minha avó, ou o amigo 'Geléia'. è que para quem pedala de Capuaba ou para quem vem de perto mesmo, ali de Paul - com tanta poeira - agradece o ar litorâneo que preenche as narinas, coisas de Vitória que nem o tempo retira.
13 agosto 2008
resposta a uma provocation:
"A Amy, você sabe o que acho dela: o mesmo que do Kurt cCobain. Uma boa música não precede de valores morais. Se fosse assim eu escutaria....
Quantoas drogas, talvez ela tenha muita facilidade, e o pó da Inglaterra seja muito bom."
(fala de um diálogo eletrônico. Monólogo? Coisa do fim dos tempos)
Quantoas drogas, talvez ela tenha muita facilidade, e o pó da Inglaterra seja muito bom."
(fala de um diálogo eletrônico. Monólogo? Coisa do fim dos tempos)
sobre a exposição (final):
[V CAPÍTULO]
Essa exposição só fará sentido se você não acreditar em seu potencial imaginário. Entende?
Para isso todos os lugares são reais e estão ligeiramente, polidamente estorvadospara que não esqueçasque não importa o quão potente seja a moto ou o casamento, não importa onde ele te leve. Ele é brinquedo.
P.s.: escrevi ontem, e acredito repensá-lo na íntegra seria descompensá-lo. Pretendo visitar o museu de novo. Vá você. Salte na rodoviária e atravesse a ponte, andando, um bom parâmentro do real.
Essa exposição só fará sentido se você não acreditar em seu potencial imaginário. Entende?
Para isso todos os lugares são reais e estão ligeiramente, polidamente estorvadospara que não esqueçasque não importa o quão potente seja a moto ou o casamento, não importa onde ele te leve. Ele é brinquedo.
P.s.: escrevi ontem, e acredito repensá-lo na íntegra seria descompensá-lo. Pretendo visitar o museu de novo. Vá você. Salte na rodoviária e atravesse a ponte, andando, um bom parâmentro do real.
sobre a exposição:
[IV CAPÍTULO]
O meu texto é um resumo, uma inserção nesse universo-feira, pois não tem como detalhá-lo assim como o Nelsón Lerner criou.Ele é um simulacro, algo como um simulacro infantil. Playground. Isso: play, jogo, de se deixar seduzir escorregar nessa vulgar passagem múltipla de escolhas, corredor-museu, largo o bastante para fazer você sucumbir aos devaneios de sua rigidez cultural. Vale experimentar.
Escolher para no final não poder crer. Afinal a arte não é arquitetura - lugar do concreto e não do imaginário - dessa vez pelo menos.
O meu texto é um resumo, uma inserção nesse universo-feira, pois não tem como detalhá-lo assim como o Nelsón Lerner criou.Ele é um simulacro, algo como um simulacro infantil. Playground. Isso: play, jogo, de se deixar seduzir escorregar nessa vulgar passagem múltipla de escolhas, corredor-museu, largo o bastante para fazer você sucumbir aos devaneios de sua rigidez cultural. Vale experimentar.
Escolher para no final não poder crer. Afinal a arte não é arquitetura - lugar do concreto e não do imaginário - dessa vez pelo menos.
sobre a exposição:
[III CAPÍTULO]
Isso tudo é um problema sério, ter que analisar, de certa forma fazer julgamento a cerca da minha intenção dentro de tal ação: adentrar um museu. Não sugere uma certa culpabilidade em meu raciocínio. Não, a bem da verdade é que estou tentando revelar minha ação, o que revelaria um profissionalismo, assim como curadores fazem quando escrevem seus textos, acertadamente colocados nas paredes do museu, até em duas línguas. O que o curador faz é clarear ao público que irá visitar alguns aspectos, para facilitar, ou até fundar o entendimento.
Daí pra frente é com você, dirá Paulo Reis, curador de outra exposição do Museu Ferroviário.
"Não é veraz nem é mentira, é arte". Essa frase é minha, creio, e achei digna de ser colocada entre aspas.
Isso tudo é um problema sério, ter que analisar, de certa forma fazer julgamento a cerca da minha intenção dentro de tal ação: adentrar um museu. Não sugere uma certa culpabilidade em meu raciocínio. Não, a bem da verdade é que estou tentando revelar minha ação, o que revelaria um profissionalismo, assim como curadores fazem quando escrevem seus textos, acertadamente colocados nas paredes do museu, até em duas línguas. O que o curador faz é clarear ao público que irá visitar alguns aspectos, para facilitar, ou até fundar o entendimento.
Daí pra frente é com você, dirá Paulo Reis, curador de outra exposição do Museu Ferroviário.
"Não é veraz nem é mentira, é arte". Essa frase é minha, creio, e achei digna de ser colocada entre aspas.
12 agosto 2008
sobre a exposição:
[II CAPÍTULO]
A primeira pergunta que faço é: qual seria o verbo para esclaecer qual o objetivo desse texto que exponho sobre uma exposição de artes? Delatar algo fechado entre quatro paredes? Esclarecer, esgotar? Complemento é a função desse texto.Apenas UMA seta em direção ao objetivo, ao local, ao museu - sim, acreditoque o problema é o espaço.
Desprovido de caos, o museu, esse espaço arrumado, sinalizado, balizado pra ser ocupado, incomoda, e aí será necessário problematizá-lo.
Instigar é o verbo e essa é a resposta. Pobre verbo, nos dias de hoje.Você iria consciente a um local para ficar instigado? Não. Hoje sim, talvez.
Vamos ao museu visitar, e nesse e neste caso: sou o guia.
(fim do segundo capítulo, a respeito da exposição de Nelson lerner no Museu da Vale do Rio Doce, em Argolas, Vila Velha, ES)
A primeira pergunta que faço é: qual seria o verbo para esclaecer qual o objetivo desse texto que exponho sobre uma exposição de artes? Delatar algo fechado entre quatro paredes? Esclarecer, esgotar? Complemento é a função desse texto.Apenas UMA seta em direção ao objetivo, ao local, ao museu - sim, acreditoque o problema é o espaço.
Desprovido de caos, o museu, esse espaço arrumado, sinalizado, balizado pra ser ocupado, incomoda, e aí será necessário problematizá-lo.
Instigar é o verbo e essa é a resposta. Pobre verbo, nos dias de hoje.Você iria consciente a um local para ficar instigado? Não. Hoje sim, talvez.
Vamos ao museu visitar, e nesse e neste caso: sou o guia.
(fim do segundo capítulo, a respeito da exposição de Nelson lerner no Museu da Vale do Rio Doce, em Argolas, Vila Velha, ES)
Nélson, uma manhã e apenas uma única noiva perto do mar
Ao entrar (ah!), o susto: dois macacos (barulho de macacos em uma igreja)-um casal- com trajes de casamento (cheiro de naftalina). No mais tudo eram bichos - sobretudo tigres, macacos (discovery chanel) e mais macaquinhos. Uma alusão a procriação, finalidade única do casamento sobre o parecer científico (sangue). Na entrada ainda: sala refrigerada, cerca de seis seguranças, um trajeto a ser percorrido e uma perplexidade a ser digerida: Primeiro pelo clima cool da Galeria, segundo pela plasticidade dessa sala , um cenário. De guerra. Orixás, santos, deuses hindus, totens midiáticos como o Mickey e uma dúvida: guerra e casamento. Combinam ou são a mesma coisa? (A dúvida) Pode ser a atitude mais (acertada) ponderar? (ao penetrar no status quo da arte?).
(fim do primeiro capítulo)
(fim do primeiro capítulo)
10 julho 2008
21 maio 2008
Fera, feriado de Corphus Christi.
Ei belos e belas, o que fazer nesse fim de semana? Esperar o tempo passar ou correr atrás dele, gastá-lo ao máximo, indo a cachoeiras, praias, ruas frescas, churrasscos, ou cadernos e livros?
De filósofo e alpinista, todo mundo tem um pouquito.
Aproveita a negativa no rapel.
De filósofo e alpinista, todo mundo tem um pouquito.
Aproveita a negativa no rapel.
19 maio 2008
Ana Maria Braga
Impressiona a capacitade do ser humano, no caso dos chineses - em resistirem por até sete dias em baixo dos escombros de concreto, depois que o furacão passou por lá em uma escala ritcher de sete ponto nove o que o coloca como capaz de gerar uma situação muito grave, muito mesmo. Pode afetar um Estado inteiro, e no caso da China, acertou uma região com quatrocentas represas - será que o Brasil tem cinqüenta? Parabéns pela matéria da Globo veiculada no Ana Maria Braga.
12 maio 2008
Não serviu, não colou.
Pelo decorrer dos fatos - a prisão dos suspeitos, o caso Isabela caminha pelo outro lado da encruzilhada. Não haveria terceira pessoa no crime, a não ser a pequena testemunha, o Pietro, que pode ter visto muito ou tudo o que se imagina.Certo mesmo e opinião quase comum é o estrago feito pelo crime hediondo em nossa imaginação e em nossa memória, por dias aturdida.
Contudo, contra a péssima fase interpretativa de nossos conterrâneos, que insistem em colocar classe e raça em um episódio que mais tem a ver com a nossa espécie, deixo o meu singelo xeque-mate: o caso Isabela repercutiu por que ela era linda e maravilhosa e incapaz de enxergar com olhos turvos quaisquer fossem as cores. Se ela era pobre ou negra, acho difícil. Já viu pobre morar em prédio de seis andares?
Contudo, contra a péssima fase interpretativa de nossos conterrâneos, que insistem em colocar classe e raça em um episódio que mais tem a ver com a nossa espécie, deixo o meu singelo xeque-mate: o caso Isabela repercutiu por que ela era linda e maravilhosa e incapaz de enxergar com olhos turvos quaisquer fossem as cores. Se ela era pobre ou negra, acho difícil. Já viu pobre morar em prédio de seis andares?
29 abril 2008
E se...
Nova versão ou reconstituição a partir de Vitória, no Espírito Santo, através de informações recolhidas nas manchetes dos telejornais e algumas matérias de rádio desde o dia do crime, 29 de março - O casal Nardoni chega ao apartamento da família as 11:36, doze minutos após saírem de uma lanchonete na capital paulista. Feliz, Isabela Nardoni dorme sobre o ombro da mãe, Ana Carolina Nardoni. Os outros dois filhos estão sobre o corpo do pai, Alexandre Nardoni, um homenzarrão ogro que costuma bater de frente com todos ao redor, exceto quanto depende da boa vontade alheia para satisfazer suas necessidades financeiras, coisa comum em uma metrópole.
A familia sobe aos poucos, com o pai resolvendo levar Isabela na frente para então descer e resgatar a esposa e os dois menores de três e oito meses respectivamente. Quando Alexandre desce para buscar a espo0sa e os dois filhos menores, uma pessoa de dentro do prédio entra no apartamento e começa a violência com uma precisão cirúrgica, quase 'de trás para a frente', exceto a queda da janela.
Machuca estrangula e mata Isabela. Recolhe um pouco de seu sangue para criar falsas provas e então, os pais chegam, já com Isabela jogada pela janela. O casal em cima, o algoz vai até a garagem e suja o carro de sangue. Enquanto os pais de Isa procuram o que pensar no local da queda da filha, o assassino já subiu e vai minunciosamente limpando as marcas do crime.
O que resta de dúvidas são: e a camisa de Alexandre Nardoni que estava, conforme a perícia, marcada com a tela de proteção? Seria a marca dele olhando para o corpo da filha seis andares abaixo? E a mais nova pista: uma marca de mão infantil suja de sangue em um dos lençóis do quarto dos irmãos de Isabela Nardoni? Seria a mão de de dois anos, envolvido passivamente no ato? Será que ao ficar no apartamento enquanto os pais desceram ao encontro do corpo caído da filha ele curiosamente passou a mão em alguma gota de sangue de Isabela, caida na sala?
Um jogo de quebra-cabeças em um apartamento de classe média, onde as peças, algumas escondidas vão se revelando aos poucos.
A familia sobe aos poucos, com o pai resolvendo levar Isabela na frente para então descer e resgatar a esposa e os dois menores de três e oito meses respectivamente. Quando Alexandre desce para buscar a espo0sa e os dois filhos menores, uma pessoa de dentro do prédio entra no apartamento e começa a violência com uma precisão cirúrgica, quase 'de trás para a frente', exceto a queda da janela.
Machuca estrangula e mata Isabela. Recolhe um pouco de seu sangue para criar falsas provas e então, os pais chegam, já com Isabela jogada pela janela. O casal em cima, o algoz vai até a garagem e suja o carro de sangue. Enquanto os pais de Isa procuram o que pensar no local da queda da filha, o assassino já subiu e vai minunciosamente limpando as marcas do crime.
O que resta de dúvidas são: e a camisa de Alexandre Nardoni que estava, conforme a perícia, marcada com a tela de proteção? Seria a marca dele olhando para o corpo da filha seis andares abaixo? E a mais nova pista: uma marca de mão infantil suja de sangue em um dos lençóis do quarto dos irmãos de Isabela Nardoni? Seria a mão de de dois anos, envolvido passivamente no ato? Será que ao ficar no apartamento enquanto os pais desceram ao encontro do corpo caído da filha ele curiosamente passou a mão em alguma gota de sangue de Isabela, caida na sala?
Um jogo de quebra-cabeças em um apartamento de classe média, onde as peças, algumas escondidas vão se revelando aos poucos.
24 abril 2008
prazer delicioso
é sambar pelas ruas mal acabadas de lugares simples - sem pudor ou clichê, coisa que se percebe pela pureza(sic)
17 abril 2008
o sonho estava na minha frente até você chegar.
realmente: você é deliciosa. sim, estou em surto de pensamento e quando assim vulnerável fico a seus caprichos lunáticos, loucos que me conduzem para a masmorra da insuportável veia da consideração por si, algo, como, uma auto sustentação, pura orgia, mentira. eu te amaria se pudesse conquistar seu já passado coração, lindo, e suave, vou.
28 fevereiro 2008
22 janeiro 2008
18 janeiro 2008
cinema é:
Virgínia Jorge, diretora do curta-metragem "no Princípío Era O Verbo", rodado na Ilha das Caieiras e nos seus arredores, irá passar para a película agora uma história de uma criança que apaixona-se por um pássaro. O projeto foi viabilizado depois da cineasta ganhar o Prêmio de Roteiro do Festival de Cinema - curtas e vídeos , da cidade de Vitória.
17 janeiro 2008
oi, isso não é um e.mail
aparecendo no sebo embaixo do dce da ufes pode-se tomar uma cerveja, vendo a lua crescente, com a mata em frente ao coração aberto para o céu.
quênia, afeganistão, cariacica, vitória e serra. liberdade, drogas, ou terra - não importa o motivo. Pare de armar-se. Use essa "p!" que carregas na cabeça na alma e no heart.
quênia, afeganistão, cariacica, vitória e serra. liberdade, drogas, ou terra - não importa o motivo. Pare de armar-se. Use essa "p!" que carregas na cabeça na alma e no heart.
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Jornalista&corretor&guerreiro
- gustavofeu
- Jornalista, pesquisador, admirador da Ufes, da Usp, do cinema e da luz, fotográfica, ou não.

