[III CAPÍTULO]
Isso tudo é um problema sério, ter que analisar, de certa forma fazer julgamento a cerca da minha intenção dentro de tal ação: adentrar um museu. Não sugere uma certa culpabilidade em meu raciocínio. Não, a bem da verdade é que estou tentando revelar minha ação, o que revelaria um profissionalismo, assim como curadores fazem quando escrevem seus textos, acertadamente colocados nas paredes do museu, até em duas línguas. O que o curador faz é clarear ao público que irá visitar alguns aspectos, para facilitar, ou até fundar o entendimento.
Daí pra frente é com você, dirá Paulo Reis, curador de outra exposição do Museu Ferroviário.
"Não é veraz nem é mentira, é arte". Essa frase é minha, creio, e achei digna de ser colocada entre aspas.
13 agosto 2008
Jornalista&corretor&guerreiro
- gustavofeu
- Jornalista, pesquisador, admirador da Ufes, da Usp, do cinema e da luz, fotográfica, ou não.