27 fevereiro 2007

beuys e a razão objetiva dos objetos, por Paulo Reis.
Se na primeira metade deste século, Pablo Picasso e Marcel Duchamp dividiam a primazia de serem considerados os "gênios da criação" na arte; na segunda metade Andy Warol e Joseph Beuys passaram a formar seus próprios epítomes. O "no futuro todo mundo será um artista", de Warhol, e o "pensar é esculpir", de Beuys, podem ser traduzidos como a visão mais elaborada da antiarte, da derrocada do artista esua visão platônica de mundo. Esse vaticínio, no entanto, longe de parecer fatídico, carrega em si uma esperança maior no homem como ser criador.

(o texto apresentado em nove partes, continua.)

Jornalista&corretor&guerreiro

Jornalista, pesquisador, admirador da Ufes, da Usp, do cinema e da luz, fotográfica, ou não.