Luz. O cheiro do chão cinza riscado lembra a parte da área de serviço do apartamento que morei. Falando a verdade especificamente o desinfetante de Eucalipto guardado embaixo do tanque de porcelana branco, surpreenda-se, um cheiro bom. Quando limpo, esse mesmo piso,que só existe em recintos, salas de aula, ambientes públicos, causa ruídos despercebidos e agarrões aos pisantes mais novos, como o meu, por conta do aniversário, na última terça, 33 anos. O balcão em metal inox e as duas pias da cantina chamam a atenção para uma arquitetura concretista que marca toda a região. A biblioteca, com seus três andares ao lado do r.u, todo quadrado, rebaixado e lacrado na parte de cima com grades, são exemplos da força desse encantamento.
Ameaça real. O olhar flutua como buscando um céu limpo azul, em meio as informações, quase todas em forma de gravuras, uma imensa pele de colagem. Lá existe uma sala com telefone e ar condicionado destinada a uma organização maior dos estudantes, um diretório, diretório central. Paúra é o que sinto ao mensurar descrever a vocês a infindável colagem em toda parede do bar, desde o teto até embaixo do balcão. Depois o hip hop americano que resiste a tantas tendências ousadas de romantizar a sala e seus momentos. Digo por que vejo-o presente na televisão antes das seis e em menor número na junkebox. Pode-se dizer que estamos adentrando um ambiente 'gangsta', com seus lados claros e ocultos, que a quem conhece é dada a faculdade de revelá-lo. Quase ninguém quer fazer tal curso, e tenho percebido que o olhar revela aquilo que primeiro se esconde.
Ser ou não ser: eis o quentão. Sim ao certo aquele lugar lúgrube não foi feito bar apesar da cantina, escolar, e que vende incontáveis cintras a um e noventa. tem também skol, antárctica, brahma, mas quem quer perder uma a cada duas? É quase isso.
Você está querendo sentir novos ares? E assim abrindo todos os dias as onze da matina, o mini vai ganhando contornos, e lá pelas quatro começa a encher com seus frequentadores, convivas meus, e desafetos também, todos em busca de um pouco de frio, uma espécie de sombra noturna, onde parece oferecer ao usuário o encantamento com o inferno. É ilícito, por seus contornos. São cercas, grades, caminhos marcados e concretados facilitadores de controles ostensivos e que separam o buteco da autopista. Seria como se uma porta mágica abrisse nesse instante já começou, já são quatro horas, tenho que ir até lá, sentar na cadeira e esperar os fatos ocorrerem naturalmente 'sem que sejam forjados para acontecer'. Até então as seis o que se vê é uma sede descontrolada por dentro só inibida e equilibrada pelos últimos raios de sol.
Faça amor não faça guerra. As guimbas de cigarros diversos misturadas as cinzas pelo chão, fazem meu tênis deslizar, os mosquitos existem assim como algum odor da fossa mais próxima. Pedaços de plásticos, tampas de refrigerantes engarrafados no plástico e algumas sedas engorduradas já encomodam o olhar ao chão.
Esportes radicais e montanha russa proporcionam a mesma adrenalina que as drogas. Drogas. Sim ouço barulho nas escadas. Faça barulho, comendo biscoito encaçapando as bolas da sinuca e contando suas moedas. Vem vindo alguém, são dois três talvez alguma mina e ah, são as anjas negras, elas gostam de vestirem-se de preto é o que posso relatar. Nesse momento o crime mais comum é cometido, flertar a menos de três metros, quando o corredor de acesso não mais distancia.
Quais são suas intenções, você nõa deve ter tomado banho esses dias e não gostarei de ficar muito perto, mais de ti preciso para compensar meu excesso de química, essa pá de detergentes que passo no cabelo, nas unhas, no pelo, a roupa cheirosa e já não acho o meu cheiro.
O tabaco nessa miragem a espera de um oásis entende me puxa pra superfície, não me permite afundar, ao contrário da música. São argumentos, ações, e perdas equilibradas, encher o copo, vigiar sua garrafa, tragar e manter-se paralelo ao eixo, às vezes sê-lo.
Ameaça real. O olhar flutua como buscando um céu limpo azul, em meio as informações, quase todas em forma de gravuras, uma imensa pele de colagem. Lá existe uma sala com telefone e ar condicionado destinada a uma organização maior dos estudantes, um diretório, diretório central. Paúra é o que sinto ao mensurar descrever a vocês a infindável colagem em toda parede do bar, desde o teto até embaixo do balcão. Depois o hip hop americano que resiste a tantas tendências ousadas de romantizar a sala e seus momentos. Digo por que vejo-o presente na televisão antes das seis e em menor número na junkebox. Pode-se dizer que estamos adentrando um ambiente 'gangsta', com seus lados claros e ocultos, que a quem conhece é dada a faculdade de revelá-lo. Quase ninguém quer fazer tal curso, e tenho percebido que o olhar revela aquilo que primeiro se esconde.
Ser ou não ser: eis o quentão. Sim ao certo aquele lugar lúgrube não foi feito bar apesar da cantina, escolar, e que vende incontáveis cintras a um e noventa. tem também skol, antárctica, brahma, mas quem quer perder uma a cada duas? É quase isso.
Você está querendo sentir novos ares? E assim abrindo todos os dias as onze da matina, o mini vai ganhando contornos, e lá pelas quatro começa a encher com seus frequentadores, convivas meus, e desafetos também, todos em busca de um pouco de frio, uma espécie de sombra noturna, onde parece oferecer ao usuário o encantamento com o inferno. É ilícito, por seus contornos. São cercas, grades, caminhos marcados e concretados facilitadores de controles ostensivos e que separam o buteco da autopista. Seria como se uma porta mágica abrisse nesse instante já começou, já são quatro horas, tenho que ir até lá, sentar na cadeira e esperar os fatos ocorrerem naturalmente 'sem que sejam forjados para acontecer'. Até então as seis o que se vê é uma sede descontrolada por dentro só inibida e equilibrada pelos últimos raios de sol.
Faça amor não faça guerra. As guimbas de cigarros diversos misturadas as cinzas pelo chão, fazem meu tênis deslizar, os mosquitos existem assim como algum odor da fossa mais próxima. Pedaços de plásticos, tampas de refrigerantes engarrafados no plástico e algumas sedas engorduradas já encomodam o olhar ao chão.
Esportes radicais e montanha russa proporcionam a mesma adrenalina que as drogas. Drogas. Sim ouço barulho nas escadas. Faça barulho, comendo biscoito encaçapando as bolas da sinuca e contando suas moedas. Vem vindo alguém, são dois três talvez alguma mina e ah, são as anjas negras, elas gostam de vestirem-se de preto é o que posso relatar. Nesse momento o crime mais comum é cometido, flertar a menos de três metros, quando o corredor de acesso não mais distancia.
Quais são suas intenções, você nõa deve ter tomado banho esses dias e não gostarei de ficar muito perto, mais de ti preciso para compensar meu excesso de química, essa pá de detergentes que passo no cabelo, nas unhas, no pelo, a roupa cheirosa e já não acho o meu cheiro.
O tabaco nessa miragem a espera de um oásis entende me puxa pra superfície, não me permite afundar, ao contrário da música. São argumentos, ações, e perdas equilibradas, encher o copo, vigiar sua garrafa, tragar e manter-se paralelo ao eixo, às vezes sê-lo.